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⚠️ Aviso: As informações desta matéria têm caráter informativo e educacional. Valores, taxas e simulações são aproximados e não constituem recomendação de investimento.
Entre ontem e agora? R$ 18.131 a menos no bolso de quem tem Bitcoin.
A criptomoeda despencou 5,48% nas últimas 24 horas e está cotada a R$ 321.464 no momento da coleta às 06:13h desta quinta-feira. A amplitude do período chegou a R$ 26.876 — uma variação de 8,36% entre a máxima de R$ 339.530 e a mínima de R$ 312.654.
Traduzindo em poder de compra: com o salário mínimo de R$ 1.621, dá pra comprar 0,005 Bitcoin hoje. Ou seja, você precisa de 198 salários mínimos pra ter 1 Bitcoin inteiro.
O que derrubou o preço?
O mercado cripto opera em ambiente desfavorável. Segundo portais especializados, a combinação de petróleo em alta permanente, dólar forte no exterior e maior probabilidade de juros mais altos nos EUA cria pressão sobre ativos sem geração de caixa — caso do Bitcoin.
Empresas conhecidas como “Bitcoin Treasuries” também pressionaram. A Strategy, por exemplo, se desfez de 32 unidades da criptomoeda, movimento que amplifica a queda quando outros players fazem o mesmo.
Sem catalisador único claro no Brasil, o Bitcoin segue a tendência global de aversão ao risco em ativos voláteis.
Quanto rende investir em Bitcoin hoje?
Quem tem R$ 10.000 consegue comprar 0,031 Bitcoin com a cotação atual. É pouco? Depende da sua perspectiva de risco.
Pra comparar: se guardasse esses mesmos R$ 10.000 na renda fixa, receberia cerca de R$ 1.450 brutos por ano — descontando Imposto de Renda de 15% a 22,5% conforme o prazo. A Selic está em 14,5% ao ano. O IPCA acumulado em 12 meses é 4,39%.
Bitcoin não tem rendimento garantido — oscila conforme oferta e demanda global. Hoje você perdeu 5,48%. Amanhã pode ganhar 8%. Ou perder mais.
Regulação brasileira avança
Enquanto o preço despenca, o marco regulatório no Brasil ganha força. O Banco Central determinou que empresas de criptoativos só podem atuar no país com autorização formal. Na prática, várias operações com Bitcoin agora integram o mercado de câmbio brasileiro.
A regulação amplia segurança e transparência, mas não interfere diretamente no preço — que segue a dinâmica internacional.
Dabliu Mendes acompanhou a evolução da cotação nos últimos dias no Bitcoin hoje opera a R$ 335.922 com queda de 3,5% — criptomoeda vale 207 salários mínimos após amplitude de R$ 19.757, mostrando a sequência de quedas.
No ambiente brasileiro, com Selic alta e regulação em construção, Bitcoin vira aposta de longo prazo pra quem aguenta a volatilidade. Pra quem quer previsibilidade, renda fixa ainda oferece 14,5% ao ano sem susto.
Próximos movimentos
Bitcoin opera 24 horas por dia, 7 dias por semana. A cotação pode mudar drasticamente até o fim desta quinta-feira — historicamente, a criptomoeda já oscilou mais de 10% em um único dia.
O suporte técnico mais próximo está na casa dos R$ 310.000. Se romper, próxima parada pode ser R$ 290.000. Se subir, resistência está em R$ 340.000.
Quem investe em Bitcoin no Brasil precisa considerar: além da volatilidade natural da criptomoeda, tem o câmbio real-dólar interferindo no preço final. Duplo risco, dupla oportunidade.
Fontes:
⚠️ Aviso: Rentabilidade passada não garante resultados futuros. Consulte um especialista antes de tomar decisões financeiras. Dados conforme fontes oficiais na data de publicação.
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