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Celular roubado e fraude bancária: cabe direito de indenização do Banco? Saiba mais

Ter o celular roubado está cada vez mais comum nos grandes centros brasileiros

São José do Rio Preto, 3 de agosto de 2022, por Sérgio Carrieri – Celular roubado e vítima de fraude bancária? Infelizmente esse é um problema cada vez mais comum e impacta cada vez mais pessoas. Ainda mais com a popularidade crescente do Pix e dos aplicativos de celular.

Dessa forma, o Diário Superpix vem trazer mais detalhes de como proceder em caso de ser vítima de uma fraude bancária. Afinal, as instituições financeiras são responsáveis pelos prejuízos sofrido pelos clientes? E quais são os direitos básicos dos consumidores em caso de roubo seus dados bancários pessoais?

Celular roubado e fraude bancária. cabe direito de indenização do Banco. Saiba mais - Freepik
Celular roubado e fraude bancária: cabe direito de indenização do Banco? Saiba mais – imagem Freepik

Celular roubado ainda causa prejuízos financeiros às vítimas

Em primeiro lugar, o cliente que teve o celular roubado, deve informar a instituição financeira para bloquear as operações em sua conta. Contudo, tomar essa ação o mais breve possível, a fim de demonstrar o interesse do cliente em evitar a fraude. Já que alguns juízes podem entender que o consumidor foi descuidado ao demorar em comunicar o banco.

Os Tribunais de Justiça de São Paulo e Rio de Janeiro, já responsabilizaram os bancos em caso de fraudes em aplicativos de aparelhos roubados, por exemplo. Porém, ainda é uma questão polêmica e sempre pode gerar dúvidas quanto às responsabilidades.

Além disso, os números dos furtos e roubos não param de crescer nas grandes cidades. Segundo os órgãos de segurança pública dos Estados, 160 mil aparelhos foram roubados em São Paulo, 26 mil no Rio de Janeiro e mais 47,5 mil em Minas Gerais, todos em 2021.

O que o consumidor deve fazer em caso de roubo?

Segundo o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC), agir rapidamente é fundamental para se evitar danos maiores. Portanto, algumas ações são muito importantes como rastrear a apagar os dados de forma remota.

Além disso, bloquear o celular através do IMEI, informar o banco e as autoridades policiais e principalmente, alterar as senhas. São todas ações que dificultarão a quadrilha em obter sucesso em realizar fraudes com as informações contidas no aparelho.

Ao mesmo tempo, o IDEC entende que o que permite uma fraude são as brechas de segurança nos serviços das instituições financeiras. Desse modo, os bancos devem ressarcir os clientes que depositaram, além de dinheiro, sua confiança nessas instituições. Do mesmo modo, os bancos vendem cada vez mais a ideia das facilidades e segurança dos canais digitais.

Enfim, nem todos os desfechos são favoráveis para as vítimas, já que em alguns casos as senhas estão salvas nos aparelhos. Conforme artigo publicado em 20 de junho de 2021 no Portal Jovem Pan, cada banco tem sua política de análise de fraudes. Em caso de dúvidas ou demora na resposta dos Bancos, o IDEC indica sempre iniciar um processo junto ao Procon.

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