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Inflação brasileira está entre as mais altas do mundo com 71 milhões de pessoas na pobreza

Segundo essa pesquisa da FAO, as mulheres são as mais afetadas com a insegurança alimentar

Nova Mutum, 07 de julho de 2022, por Vitoria Maximo – O Brasil ainda é considerado um país em desenvolvimento. Atualmente, está vivendo uma crise, onde mais de 71 milhões de pessoas estão na pobreza, segundo Bolsonaro.

Em suma, de acordo com o levantamento do Boston Consulting Group (BCG) sobre insegurança econômica, os brasileiros parecem estar preocupados com o atual cenário do país. De antemão, o estudo foi realizado em 11 países. O Brasil, demonstrou maior receio com a inflação e com as próprias finanças pessoais. Para mais matérias relacionadas a notícia, continue no Diário Sp.

Insegurança alimentar no Brasil

No entanto, a Organização das Nações Unidas fez um relatório onde apontou mais de 60 milhões de brasileiros com insegurança alimentar. Dessa forma, a insegurança alimentar compreende-se como a falta de acesso a uma alimentação adequada, condicionada, predominantemente, às questões de renda.

Criança em estado de insegurança alimentar (Reprodução Pixabay)
Criança em estado de insegurança alimentar (Reprodução Pixabay)

 

Em contraste com a Organização das Nações Unidas, os dados da FAO revelam uma piora alarmante da fome no Brasil. Surpreendentemente, em 2014 e 2016, a fome atingiu 37,5 milhões de pessoas nas condições graves.

Eventualmente, segundo essa pesquisa da FAO, as mulheres são as mais afetadas com a insegurança alimentar. Em seguida, vem as crianças e bebês. Ainda de acordo com a FAO, 670 milhões de pessoas passarão fome em 2030, equivalente a 8% da população global.

Bolsonaro fala sobre fome, falta de emprego e pouco dinheiro

Em contrapartida, o desemprego também vem ocasionando grande crescimento no país. Com o baixo teto salarial e com as inflações em alta, vem se tornando mais difícil sair da pobreza. Em âmbito global, a pesquisa da BCG mostra que a guerra na Ucrânia está no topo das preocupações do consumidor global.

Contudo, segundo dados dos cálculos do Itaú Unibanco e divulgação feita por Bolsonaro, a variação interanual do salário médio nominal de trabalhadores formais do setor privado teve aumento de 10,5% em junho, ante 10,6% em maio, na média móvel de três meses. Dessa maneira, acredita-se que existe efeito estilingue em relação a pandemia do COVID-19, problema global onde o mundo passou nos últimos anos. 

Aumento no índice de desemprego no Brasil (Reprodução Pixabay)
Aumento no índice de desemprego no Brasil (Reprodução Pixabay)
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