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Museu da Imagem do Som inaugura exposição sobre Revolução de 32

Em 2022, o movimento contra o governo federal completa 90 anos

São José dos Campos, 09 de julho de 2022, por Marcos Eduardo Carvalho – O MIS (Museu da Imagem e do Som) de São Paulo inaugurou neste sábado (09), uma exposição sobre a Revolução de 1932. Assim, aproveitou justamente o feriado da data comemorativa para lançar o evento.

Agora, a exposição, que conta um pouco sobre o levante dos paulistas contra o governo de Getúlio Vargas, fica em exposição até o dia 11 de setembro. Assim, o evento recebeu a nomenclatura de ‘1932: Revolução, Constituição e Cidadania – A força de um ideal’. Aliás, em 2022, a Revolução de 1932 completa exatamente 90 anos da data de seu fim.

Imersão na história de 1932

Segundo a direção do Museu da Imagem e do Som, o principal objetivo desta exposição é fazer os visitantes se sentirem naquela época. Desse modo, a entidade selecionou fotos da época e criou todo um cenário especial.

Assim, com características típicas da época, a exposição faz com que as pessoas vejam um pouco de como era o Brasil na década de 1930. Outra questão importante e interessante da exposição se refere a fotos e objetos da época em que ocorreu a Revolução Constitucionalista.

Ademais, a classificação para a entrada é livre. Assim, também se torna uma boa opção para estudantes de escolas em geral poderem participar e conhecer um pouco mais sobre o assunto. Inclusive, a exposição pode proporcionar melhor reflexão sobre aquele momento da história brasileira. E também para saber um pouco das consequências e das mudanças tecnológicas. A exposição foi montada no segundo andar do Museu da Imagem e do Som, no setor expositivo.

Museu da Imagem do Som inaugura exposição sobre Revolução de 32. Foto: Canva
Museu da Imagem do Som inaugura exposição sobre Revolução de 32. Foto: Canva

Como foi a revolução de 1932

Naquela época, o Brasil vivia o primeiro governo do presidente Getulio Vargas, que logo instaurou uma ditadura. Com isso, ficou mais tempo no poder e gerou insatisfação em grupos poderosos.

Por exemplo, os oligarcas do café em São Paulo eram contrários ao governo de Vargas. Em determinado momento, se armaram contra o governo e entraram em uma sangrenta guerra.

Assim, tanto a Capital como a região do Vale do Paraíba viraram palco do conflito, que deixou milhares de mortos. Na oportunidade, quatro estudantes de Direito, Martins, Miragaya, Drauzio e Camargo, deram origem ao termo MMDC. Eles morreram durante luta contra as tropas governistas. Até hoje, existe um monumento em São Paulo em homenagem a eles.

Embora o estado de São Paulo tivesse perdido o conflito contra as tropas federais, a guerra não foi em vão. Afinal de contas, como lembra o Diario Sp, em 1937, Getulio Vargas teve que promulgar uma nova Constituição.

Naquela oportunidade, o governo de Getulio, que começou em 1930, durou até 1945, ao término da Segunda Guerra Mundial. Depois, em 1950, foi eleito novamente, desta vez com o voto direto.

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