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Caso Gisele: tenente-coronel preso ganhava mais de R$ 30 mil

Ele foi preso na manhã desta quarta-feira (18), em São José dos Campos

Marcos Eduardo Carvalho
NotíciasColunista
18 mar 2026 · 12h02Atualizado 2 meses
11 10 3 min
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Caso Gisele: tenente-coronel preso ganhava mais de R$ 30 mil

O tenente-coronel Geraldo Rosa Neto, 53 anos, preso na manhã desta quarta-feira (18), em São José dos Campos (SP), gerou muita repercussão no caso Gisele. Isso porque ele é acusado de matar a esposa, a soldado da PM Gisele Alves Santana, 32 anos, no dia 18 de fevereiro.

Pivô do caso Gisele, Geraldo Rosa tem 35 anos de serviço na Polícia Militar, segundo ele próprio disse em entrevista anteriores. E, em maio de 22, foi promovido à patente atual justamente por conta do logo tempo de profissão.

De acordo com dados do Portal da Transparência do Governo de São Paulo, o salário de Geraldo Neto em janeiro chegou a R$ 30.861,87 bruto. No entanto, o total líquido foi de R$ 17.270,56, incluindo R$ 3.748,04 de abono.

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Tenente-coronel se diz inocente no caso Gisele

Caso Gisele: tenente-coronel preso ganhava mais de R$ 30 mil. Imagem: Redes sociais.

Antes de ser preso pelo caso Gisele, o tenente-coronel da PM disse, em entrevista à TV Record, que é inocente e que a esposa se matou. No entanto, com 24 laudos periciais apontando o contrário, a investigação, conduzida pelo 8º DP (Distrito Policial), de São Paulo, decidiu pedir a prisão temporária do oficial.

Desta maneira, foi preso por volta das 8h15 desta quarta-feira, no apartamento em que mora, em São José dos Campos, por policiais civis da capital. O crime aconteceu no bairro do Brás, onde ele morava com a esposa, que ainda deixa uma filha de 7 anos.

Atualmente, o tenente-coronal atuava em São Paulo, mas pediu afastamento do serviço por conta da morte da esposa. Na entrevista do último domingo (15), à Record, disse que se via trabalhando normalmente daqui a um ano, após ser questionado pelo jornalista.

Esposa morre com tiro na cabeça

Neste caso Gisele, a PM morreu com um tiro na cabeça, no lado direito no apartamento onde moravam, e Geraldo Neto disse que ela se mantou enquanto tomavam banho. No entanto, a investigação, que começou com suicídio consumado, passou para morte suspeita e agora trata como feminicídio.

Entre outras coisas, o tenente-coronel também é acusado de fraude processual, por alterar o local do crime. A defesa da vítima o acusa de feminicídio e os familiares de Gisele Alves alegam que o casal não vivia bem e que ele era agressivo e ciumento com a esposa.

Agora, Geraldo Neto ficará preso ao menos por enquanto, durante o andamento do caso Gisele. Ainda não há previsão para o julgamento do crime.

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✦ Notícias — Esta reportagem, publicada há 1 meses, é assinada por Marcos Eduardo Carvalho, editor-chefe do ▷ Diário SP. Marcos Eduardo Carvalho, nascido em São José dos Campos, jornalista formado em 1999 pela Unitau (Universidade de Taubaté). Também é editor de Esportes e de Cultra no jornal OVALE, onde atua desde 2010. Desde 2021 também é redator no Grupo Prime, onde faz matérias jornalísticas regionais policiais de São Paulo e jornalismo diário geral, como esportes. Depois, começou a se dedicar desde 2022 em entrenenimento, loterias e dicas caseiras. Também é produtor de jornalismo na TV Câmara de São José dos Campos. Para acompanhar mais coberturas de Marcos Eduardo Carvalho, acesse sua página de artigos.

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