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CAC defende irmã após agressão, atira e mata o ex dela

CAC defende irmã após agressão, atira e mata o ex dela. Imagem: Divulgação

CAC defende irmã após agressão, atira e mata o ex dela. Imagem: Divulgação

Com a ajuda do irmão CAC (Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador), uma mulher conseguiu evitar a agressão do ex-companheiro, contra o qual tinha medida protetiva. Na oportunidade, o suspeito, de 41 anos, entrou na casa dela e acabou atingido pelo ex-cunhado, que foi defender a irmã.

Esse caso aconteceu na cidade Barueri, na Região Metropolitana de São Paulo, nesta última quinta-feira (19). Na oportunidade, o ex-companheiro da mulher chegou à residência por volta das 6h52 e não esperava que o ex-cunhado CAC estaria por lá.

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Depois de ser baleado, o suspeito não resistiu aos ferimentos e morreu. No entanto, não houve confirmação se ele morreu ainda na casa ou se chegou a ser levado ao hospital.

CAC vê briga e vai ajudar a irmã

CAC defende irmã após agressão, atira e mata o ex dela. Imagem: Pixabay

Naquele dia, Wiliam Guimarães Do Nascimento, de 41 anos, se dirigiu à casa da ex-companheira, em Barueri, onde também mora o irmão, que é CAC. Então, houve um início de discussão logo cedo.

Em seguida, segundo informações da GCM (Guarda Civil Municipal) a vítima pegou o celular e tentou filmar William, como prova de que estaria descumprindo a medida judicial. No caso de medida protetiva, o acusado não pode se aproximar da vítima e nem frequentar os mesmos lugares. Caso contrário, poderá ser preso.

Por conta do celular, William ficou nervoso e iniciou as agressões contra a ex. Então, a empurrou e bateu nela ainda na garagem da residência, onde entrou também sem permissão.

Na sequência, o irmão da vítima viu a cena e foi na direção dos dois para ajudar a mulher. Armado, atirou em William para proteger a moça. Com o tiro certeiro, o ex-namorado dela não resistiu e morreu.

Depois, para evitar uma prisão em flagrante, o atirador deixou o local e ainda levou a arma. Agora, o 1º DP (Distrito Policial) de Barueri, investiga a ação.

Quem pode ser CAC

Embora tenha atirado no homem que descumpriu a lei, o CAC, na prática, é um colecionador e armas. Para tanto, precisa ter ao menos 25 anos, residência fixa ocupação lícita e ter idoneidade moral.

Outro fator é ter que passar por teste psicológico e teste de aptidão de tiros. Mas, é necessário também se filiar a um clube de tiro e possuir o CR (Certificado de Registro), emitido pelo Exército.

No caso específico em que William Guimarães morreu, o CAC poderá alegar legítima defesa. E a ação será levada à Justiça para julgar e definir a responsabilidade.

Marcos Eduardo: Marcos Eduardo Carvalho, nascido em São José dos Campos, jornalista formado em 1999 pela Unitau (Universidade de Taubaté). Também é editor de Esportes no jornal OVALE editor no Manezinho News. Ex-professor da rede pública em SP, hoje também é produtor de conteúdos no blog Diariosp
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