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Comunidade Consoladora dos Aflitos precisa de R$ 500 mil para reconstrução

Comunidade Consoladora dos Aflitos precisa de R$ 500 mil para reconstrução. Imagem: Divulgação Corpo de Bombeiros

Comunidade Consoladora dos Aflitos precisa de R$ 500 mil para reconstrução. Imagem: Divulgação Corpo de Bombeiros

Um incêndio criminoso destruiu a sede da Comunidade Consoladora dos Aflitos no dia 10 de março, em São José dos Campos. Além das quatro vidas perdidas no fogo, ainda ficou o prejuízo financeiro e material para o espaço no centro da cidade.

Assim, as centenas de pessoas em situação de vulnerabilidade que frequentavam e dependiam precisaram de transferência. Mas, a entidade assistencial agora precisa de ajuda para se reerguer e reconstruir o espaço, que era uma referência na região.

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Comunidade Consoladora dos Aflitos precisa de R$ 500 mil para reconstrução. Imagem: Divulgação Consoladora dos Aflitos SJC

Primeiramente, é necessário captar recursos para a reforma do imóvel, que é alugado, para a Comunidade Consoladora dos Aflitos  reabrir. De acordo com Andréa Holanda Laporta, fundadora e presidente da obra social, será necessário juntar cerca de R$ 500 mil para reconstruir a casa.

Na oportunidade, além das quatro pessoas que perderam a vida, outras nove se feriram. E os demais cidadãos, a maioria idosos, passaram por transferência para outras unidades em São José dos Campos.

Essa casa tem dois andares e a Comunidade Consoladora dos Aflitos pede doação, principalmente, de material de construção. Além disso, quer pessoas voluntárias para ajudar na reconstrução, já que a entidade não tem recursos suficientes para a reconstrução.

Inclusive, essa obra social, antes do incêndio, já vivia exclusivamente de doações. Isso porque não está na lista das entidades assistenciais que recebem ajuda e repasse oficial da prefeitura. No dia do incêndio criminoso, havia 22 pessoas no local.

No dia do incêndio, o Corpo de Bombeiros e a comunidade joseense se mobilizaram para tentar controlar o fogo. Mas, principalmente, para salvar as pessoas, onde quatro delas não conseguiram escapar com vida nesta tragédia que abalou a cidade a região.

Autor segue preso

No dia 10 de março, um ex-frequentador do abrigo foi o responsável por atear fogo no local. Aos 42 anos, Leandro Rangel Vilela, que é dependente químico, chegou à casa. No entanto, como estava sob efeito de dr0gas, os funcionários pediram para que fosse embora.

Contudo, revoltado com a negativa, ateou foco em um sofá que estava do lado de fora. E esse fogo se alastrou de forma desproporcional, atingindo todo o imóvel. Inclusive, alguns comércios ao redor tiveram prejuízo e produtos danificados por conta do fogo.

Algumas horas depois do ataque, a Polícia Militar conseguiu prender Leandro, que confessou a autoria. Desde então, ele segue preso como acusado de atear fogo na sede da Comunidade Consoladora dos Aflitos.

Marcos Eduardo: Marcos Eduardo Carvalho, nascido em São José dos Campos, jornalista formado em 1999 pela Unitau (Universidade de Taubaté). Também é editor de Esportes no jornal OVALE editor no Manezinho News. Ex-professor da rede pública em SP, hoje também é produtor de conteúdos no blog Diariosp
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