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Embraer quebra recorde de vendas no trimestre: R$ 151 bilhões

Embraer bate recorde com R$ 164 bilhões em pedidos e afasta crise. Imagem: Divulgação Embraer

Embraer bate recorde com R$ 164 bilhões em pedidos e afasta crise. Imagem: Divulgação Embraer

A Embraer, com matriz em São José dos Campos, bateu um recorde histórico de vendas. De acordo com a companhia aérea, a mesma concentro R$ 151 bilhões em pedidos apenas no primeiro trimestre deste ano, um valor que em dólar é US$ 26,4 bilhões.

Em números de aviões, a Embraer entregou 30 unidades neste primeiro trimestre, contra 25 no mesmo período do ano anterior. Desta maneira, teve um aumento de 20% em relação ao mesmo período do ano passado.

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Embraer tem venda acima da média em 5 anos

Embraer quebra recorde de vendas no trimestre: R$ 151 bilhões. Imagem: Divulgação Embraer

Ainda segundo os números divulgados pela Embraer, as vendas do primeiro trimestre equivalem a 13% do ponto médio de venda (231 aviões) previstos para este ano, que estão entre 222 e 240 unidades. Isso já considerando tanto a aviação comercial quanto a Executiva.

Agora, a média de vendas está acima dos últimos cinco anos, que tinha expectativa de alta de 11%. Isso também juntando a aviação comercial e a executiva.

Em números separados, a aviação comercial totalizou R$ 57,2 bilhões em pedidos, ou US$ 10 bilhões, o que seria 2% abaixo do trimestre anterior. No entanto, para o segundo semestre, a fabricante de aviões irá incluir o pedido da ANA Holdings Inc, que tem 15 aviões E190-E2. E, ainda, tem mais cinco jatos adicionais.

Já a aviação comercial da fabricante joseense entregou sete novos aviões nos três primeiros meses de 2025. Assim, atingiu 9% do ponto médio de 81 aeronaves previstas para o ano. A expectativa é que, até o final de 2025, fique entre 77 e 85 para este segmento.

Neste caso, há uma queda de 12% em relação aos primeiros trimestres dos cinco anos interiores. Segundo a empresa, isso reflete as dificuldades com os desafios da cadeia de suprimentos.

Empresa tenta tirar proveito de guerra comercial

Paralelo a isso, a Embraer tenta tirar proveito da guerra comercial entre os Estados Unidos e a China. E a taxação do presidente Donald Trump aos produtos chineses já gerou ruídos no mercado de aviação.

Por exemplo, o país asiático já suspendeu a compra de aviões norte-americanos da Boeing. E o governo chinês, publicamente, elogiou na semana passada as aeronaves produzidas na empresa de São José dos Campos. Então, a Embraer espera alinhar novas parcerias com a China. E ampliar o mercado de vendas tanto comerciais quanto executivas.

Marcos Eduardo: Marcos Eduardo Carvalho, nascido em São José dos Campos, jornalista formado em 1999 pela Unitau (Universidade de Taubaté). Também é editor de Esportes no jornal OVALE editor no Manezinho News. Ex-professor da rede pública em SP, hoje também é produtor de conteúdos no blog Diariosp
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