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Favela do Moinho chega a 500 famílias removidas, diz governo

Favela do Moinho chega a 500 famílias removidas, diz governo. Imagem: Governo de SP

Favela do Moinho chega a 500 famílias removidas, diz governo. Imagem: Governo de SP

A Favela do Moinho, na região central de São Paulo, chegou à marca de 500 famílias que se mudaram do local para outras regiões. Os dados foram divulgados nesta semana pelo governo do estado, que vem atuando na remoção das pessoas do local.

Ainda de acordo com os dados do governo estadual, 91% das 880 famílias que moravam na região aderiram ao plano do Estado para conseguir uma casa em outra localização, fora da Favela do Moinho

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Inclusive, esse assunto vem gerando muita polêmica, já que muitas famílias não querem sair do local. Enquanto isso, outras entendem que os valores oferecidos são baixos e os novos locais não seriam tão perto.

Mais de 40 famílias de ex-moradores da Favela do Moinho estão em casas definitivas

Favela do Moinho chega a 500 famílias removidas, diz governo. Imagem: Governo de SP

No entanto, os números divulgados pelo governo do estado também mostram que 46 famílias que viviam na Favela do Moinho agora estão em unidades habitacionais novas e definitivas. Enquanto isso, quem já saiu do local, mas ainda não comprou a casa, recebe R$ 1.200 por  mês do governo como auxílio-moradia, enquanto aguardam o novo imóvel.

A mudança das famílias e o reassentamento começou de forma gradual, desde o dia 22 de abril deste ano. Já no dia 15 de maio, o governo federal ainda firmou acordo com o governo do estado.

Neste acordo, quem tem uma renda familiar de até R$ 4.700 ganhou o direito de ter uma nova casa gratuitamente. No caso, basta escolher o local em que vai morar e pedir o valor, que tem um limite.

No caso, esses imóveis subsidiados serão de valor máximo de R$ 250 mil. Mas, caso a casa custe mais, ainda haverá uma linha de crédito para financiamento e taxas de juros mais baixas. Tudo isso baseado na atual política estadual de habitação do governo paulista.

Governo tem escritório na região

Atualmente, o governo do Estado de São Paulo está com um escritório aberto para atendimento da CDHU CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano), a cerca de 500 metros da Favela do Moinho. Isso acontece como forma de conseguir orientar as pessoas de forma mais clara, principalmente quando surgem dúvidas naturais sobre a mudança de endereço.

Agora, o governo estadual também quer a instalação de postos de atendimento da Caixa Econômica Federal. Por enquanto, eles ainda não foram instalados na região e, quando chegarem, serão mais um ponto de informação para os moradores e ex-moradores da Favela do Moinho na capital paulista.

Marcos Eduardo: Marcos Eduardo Carvalho, nascido em São José dos Campos, jornalista formado em 1999 pela Unitau (Universidade de Taubaté). Também é editor de Esportes no jornal OVALE editor no Manezinho News. Ex-professor da rede pública em SP, hoje também é produtor de conteúdos no blog Diariosp
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