Ivia Stefânia da Silva de Castro, 40 anos, morreu esfaqueada enquanto carregada o filho no colo. A autora do homicídio, uma mulher trans de 25 anos, se entregou à polícia após o ataque.
Esse crime, que chocou a comunidade, aconteceu na Vila Airosa, bairro que fica na região do Jaçanã zona norte de São Paulo. Após ser esfaqueada pela mulher trans, a vítima até recebeu os primeiros socorros, mas não resistiu aos ferimentos e morreu antes de chegar ao hospital.
Desta maneira, a autoria desse crime frio, acabou presa em flagrante pela PM (Polícia Militar). E o ataque aconteceu por volta das 19h do último sábado, na casa da própria vítima, que morava com o filho pequeno.
Mulher trans entra de forma tranquila na casa
Imagens de câmeras de segurança da própria residência mostram o momento em que a mulher trans chega ao local. Enquanto isso, Ivia estava tranquila em frente à casa, com o filho no colo e de olho no celular, em mais um dia aparentemente tranquilo.
No entanto, a criminosa entrou na residência sem aparentar nenhum tipo de nervosismo. Em seguida, as imagens mostram a autora saindo com uma faca de cozinha, de forma repentina, atacando a vítima, sem nenhuma chance de defesa.
Inclusive, não houve nenhum tipo de discussão ou desentendimento entre as duas naquele momento. E o ataque a pegou totalmente de surpresa, como foi registrado nas imagens que impressionaram até os policiais.
Porém, de acordo com informações divulgadas pela Polícia Civil, Ivia e a mulher trans mantinham um relacionamento e o ataque teria acontecido por ciúme. E, como estavam juntas, a autora do ataque entrou na casa sem nenhum tipo de problema.
Outro fator que impressionou, além de estar com a criança no colo, os outros três filhos da vítima também estavam em casa. E o filho mais velho teria 13 anos, ainda segundo a polícia.
Suspeita permanece no local e se entrega
Após esfaquear a companheira, a mulher trans ficou no local e, quando a polícia chegou, confessou o crime. Neste momento, o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) chegou para a socorrer e levar a uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento). Porém, morreu ao entrar na unidade hospitalar.
Por fim, o 73º DP (Distrito Policial), do Jaçanã, registrou a ocorrência envolvendo a vítima e a mulher trans. Agora, a Polícia Civil pediu a que a prisão seja convertida em preventiva, enquanto as investigações seguem em andamento.

