O uso de cães farejadores é uma das muitas ferramentas da Policia Penal, no estado de São Paulo, para combater a entrada de drogas nos presídios. Assim, os animais estão ajudando no reforço aos agentes nas unidades prisionais, já que impedir a entrada desses ilícitos é, muitas vezes, um grande desafio para as autoridades.
Com isso, a Polícia Penal paulista anunciou o reforço nas unidades prisionais da região central do estado. No caso, os cães farejadores possuem uma ação integrada entre todos os canis da polícia paulista.
Segundo o governo do estado, esse trabalho integrado com os canis tem sido um importante diferencial. Afinal de contas, os animais, com um faro privilegiado, ajudam não apenas a localizar as drogas com s visitantes, mas também aparelhos celulares, outro item que é um grande desafio para as autoridades.
Polícia Penal aposta em aumento da segurança
Na prática, essas ações da Polícia Penal com os cães farejadores servem para aumentar e fortalecer a segurança institucional. Mas, é necessário um treinamento constante dos animais nos canis para garantir o sucesso e a efetividade das operações.
Segundo o a SAP (Secretaria de Administração Penitenciária), os animais passam por diversos exercícios de faro. Além disso, fazem simulações de ocorrência e se ambientam em cenários diferentes. Assim, terão o preparo necessário para quando tiver uma ação prática e real. Tudo acontece de forma contínua, para que se mantenha o desempenho esperado dos animais.
Alguns dos lugares onde mais acontecem ações integradas são na Penitenciária II do Complexo Penal de Guareí, na Penitenciária II do Complexo Penal de Itirapina, e ainda em Sorocaba e em Capela do Alto.
Alguns cachorros, como o Jess, o Troy, Ozzy e Shiva, cada um de uma penitenciária, são alguns dos mais ‘famosos’ dos canis da Polícia Penal. E eles vêm se destacando nas ações da corporação no dia a dia.
Serviço é essencial, diz corporação
Segundo a Polícia penal do estado de São Paulo, os “cães de faro, conduzidos por Policiais Penais capacitados, são essenciais na prevenção e segurança nos estabelecimentos penais”.
Agora, com essa integração dos canis da região central do estado de São Paulo, se amplia a atuação deste serviço nos presídios. E isso é uma ferramenta a mais no trabalho da categoria policial que cuida dos presídios.
Desde 2023, os antigos agentes penitenciários ganharam status de polícia, com a criação da Polícia Penal no estado. E é uma forma de valorizar a categoria, com melhores salários e plano de carreira.

