Um policial militar acabou morto na manhã desta quinta-feira (29), em Carapicuíba, na Grande São Paulo. Ele estava de folga, à paisana, e foi atingido por policiais militares, que inicialmente não sabiam da identidade da vítima.
Na oportunidade, o policial morto se envolveu em uma briga com outro homem, não identificado, que também morreu na ação. Ainda não se sabe qual foi o motivo do desentendimento entre ambos.
Contudo, quando começou a briga e eles estavam armados, a PM foi acionada até o local. Assim, com ligação pelo 190, os agentes chegaram ao local para intervir na briga.
Policial estava com arma em punho, diz PM
Segundo a PM, o policial de folga estava com uma arma em punho e atirando contra o outro homem em Carapicuíba. Desta maneira, os agentes da ocorrência também atiraram nele, sem saber que se tratava de um colega de profissão.
Após ser baleado, o policial ainda foi socorrido e, depois, encaminhado ao Hospital Regional Rota dos Bandeirantes. Entretanto, por conta da gravidade dos ferimentos, não resistiu e morreu durante o atendimento. Sobre o outro homem que morreu na briga, não informaram se faleceu no local dos fatos ou também se foi levado a algum hospital.
Até então, ainda não havia sido feito o registro em alguma delegacia próxima. E, de acordo com a Polícia Militar, as circunstâncias da ação ainda serão devidamente apuradas, para buscar a responsabilidade de cada lado.
Como houve envolvimento de um policial como vítima, também deverá haver algum tipo de investigação e acompanhamento pela Corregedoria de Polícia. Por enquanto, não se sabe que tipo de ação haverá em relação ao PM que atirou, já que estava em uma ação e não sabia que a outra pessoa também era da polícia, pois, estava sem a farda.
Outro policial morreu na periferia em 2026
No entanto, o caso desse policial morto em uma briga na periferia de São Paulo não foi o primeiro do ano. Isso porque no dia 7 de janeiro, o PM Fabrício Gomes Santana, 40 anos, discutiu com um traficante em uma festa na zona sul da capital paulista.
Na oportunidade, reclamou do suspeito estar consumindo cocaína, mas se desculpou e foi embora. Depois, o que estava se drogando teria ‘entregado’ o policial para traficantes do PCC.
Assim, Fabrício ficou sumido por alguns dias, seu carro foi encontrado queimado em Itapecerica da Serra e ele foi achado morto em Embu Guaçu, dias depois. Na oportunidade, o policial estava com o corpo queimado e com sinais de tortura.

