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Racismo é tema de curso no Museu Judaico em São Paulo

Racismo é tema de curso no Museu Judaico em São Paulo. Imagem: Museu Judaico

Racismo é tema de curso no Museu Judaico em São Paulo. Imagem: Museu Judaico

A Divisão de Currículo da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo criou um curso que promove uma espécie de diálogo entre escola e o Museu Judaico, onde o principal objetivo é combater o racismo. Desta maneira, é mais uma oportunidade para os estudantes se conscientizarem sobre os problemas causados por todos os tipos de preconceito.

Esse curso se chama ‘Multiculturalismo e Combate à Discriminação: Diálogos Pedagógicos entre Escola e Museu’. Mas, é totalmente voltado para os professore da rede municipal, no objetivo justamente de ampliar o debate sobre o racismo na sociedade.

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Segundo a Secretaria de Educação, essa formação está dentro dos principais princípios do Currículo da Cidade. E ainda incluem diversas visitas guiadas ao Museu Judaico de São Paulo nos próximos meses.

Qual a carga horária do curso antirracismo

Racismo é tema de curso no Museu Judaico em São Paulo. Imagem: Museu Judaico

Esse curso de antirracismo voltado para os professores da rede municipal terá duração prevista de 20 horas. Neste caso, serão seis horas presenciais e outras 14 horas à distância, ou seja, de forma online.

Assim, a partir dos conceitos do Museu Judaico, o curso vai abordar os mais diversos tipos de preconceito. Inclusive o antissemitismo, que a discriminação sofrida pelo povo judeu.

Embora seja um curso voltado para todos os docentes, segundo a prefeitura, a prioridade neste evento é para os profissionais que atuam nas unidades educacionais que fazem parte do SPI (Programa São Paulo Integral).

Na última semana, um grupo de 80 professores da rede municipal participou de uma dessas visitas ao Museu Judaico. E isso serve, também, segundo a Secretaria de Educação, para reforçar a importância pedagógica da visita a essas locais.

Assim, acaba também como um incentivo a esses profissionais na hora de se criar trabalhos pedagógicos. E se torna mais uma opção para atuar com os alunos na sala de aula, em trabalhos reflexivos sobre o tema racismo.

Visitas são sempre mediadas

Neste projeto da Secretaria de Educação na luta pelo antirracismo, os professores sempre são acompanhados de mediadores e especialistas. Desta maneira, podem ampliar o pensamento crítico e ajudar a melhorar o conhecimento e enriquecendo o próprio currículo profissional.

Durante o curso, diversos temas serão abordados com os professores. Embora o foco maior seja no preconceito contra os judeus, outros tipos de preconceitos raciais também serão tratados.

Assim, é uma chance de se tratar o racismo com mais propriedade na sala de aula. E mostrar que o antirracismo é a única forma de se acabar com o preconceito às diversidades.

Marcos Eduardo: Marcos Eduardo Carvalho, nascido em São José dos Campos, jornalista formado em 1999 pela Unitau (Universidade de Taubaté). Também é editor de Esportes no jornal OVALE editor no Manezinho News. Ex-professor da rede pública em SP, hoje também é produtor de conteúdos no blog Diariosp
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