Treze graus de diferença. Essa é a amplitude térmica que Nova Mutum vai sentir hoje — tipo sair de Curitiba de manhã e almoçar em Campo Grande.
A madrugada já começou com 18°C, mas não se engane. Quem saiu de casa só com a blusa vai se arrepender lá pelas 9h, quando o termômetro bate nos 26 graus e não para mais de subir.
O pico? Trinta e um graus às 15h.
Quem trabalha no centro da cidade ou tem compromisso na rua depois do almoço já sabe: é dia de levar uma garrafa d’água extra na bolsa. O índice UV crava 10 — aquele nível que faz protetor solar virar item de primeira necessidade, não sugestão.
A umidade também faz seu teatro durante o dia. Começa grudenta nos 78% de manhã (ar que cola na pele) e despenca para 40% à tarde — tipo respirar dentro de um secador de cabelo ligado.
Pelo menos o vento dá uma forcinha: 7 km/h vindos do nordeste. Não é aquela brisa que resolve a vida, mas já quebra o galho para quem tem varanda com plantas ou roupa no varal.
Anoitece e a temperatura volta ao normal dos mortais: 22°C às 21h, com a umidade subindo de novo para os 55%. Horário perfeito para uma caminhada ou aquela cerveja na calçada — se você aguentou o fornão da tarde.
Para amanhã, o roteiro se repete: mínima de 19°C e máxima de 31°C. Nova Mutum está naquela fase do ano em que acordar cedo é quase obrigatório — ou você aproveita a manhã fresca, ou passa o dia inteiro sonhando com ar-condicionado.
Falando em ar-condicionado: com 31°C por várias horas, quem ligar o aparelho das 12h às 18h vai ver a conta de luz chorando no final do mês. Cada hora de ar ligado numa tarde dessas custa uns R$ 4,50. Seis horas direto?
Quase R$ 30 por dia só de refrigeração.
O sol nasce às 5h54 e se põe às 17h28. Para quem corre de manhã, o esquema é sair até as 7h30 — depois disso, vira maratona de resistência contra o calor.
Fontes:
- INMET — Instituto Nacional de Meteorologia
- CPTEC/INPE — Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos
