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Bitcoin hoje a R$ 344.972 com alta de 0,74% — criptomoeda vale 213 salários mínimos em meio à regulação

Lei das criptomoedas entra em vigor enquanto mercado opera sem catalisador único

Dabliu Mendes
economiaColunista
03 abr 2026 · 06h59Atualizado 4 horas
16 10 2 min
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Bitcoin hoje a R$ 344.972 com alta de 0,74% — criptomoeda vale 213 salários mínimos em meio à regulação

⚠️ Aviso: As informações desta matéria têm caráter informativo e educacional. Valores, taxas e simulações são aproximados e não constituem recomendação de investimento.

Subiu R$ 491.

O Bitcoin hoje opera a R$ 344.972 no mercado brasileiro, registrando alta de 0,74% nas últimas 24 horas. A criptomoeda oscilou entre R$ 340.335 na mínima e R$ 347.564 na máxima — uma amplitude de R$ 7.229.

Com o salário mínimo de R$ 1.621, são necessários exatos 213 salários para comprar 1 Bitcoin. Pra ter ideia: quem recebe um salário mínimo por mês precisaria guardar tudo — sem gastar nada — por mais de 17 anos pra comprar uma unidade.

Lei das criptomoedas e o cenário nacional

A alta acontece em meio à entrada em vigor da Lei 14.478/22, que regulamenta o setor de criptomoedas no Brasil. O marco legal determina diretrizes para prestação de serviços de ativos virtuais, trazendo mais segurança jurídica pro mercado brasileiro.

Mas não é festa.

Portais especializados apontam que o Bitcoin ainda sofre com ambiente global restritivo e mudança no perfil dos investidores — a maturação de um mercado que já não é mais novidade entre instituições grandes.

Quanto rende investir em Bitcoin

Com a Selic em 14,75% ao ano, quem tem R$ 10.000 aplicados na renda fixa recebe cerca de R$ 1.475 brutos em um ano — descontando Imposto de Renda de 15% a 22,5% conforme o prazo.

No Bitcoin? Aí é loteria. Pode dobrar ou pode perder metade — não tem garantia nenhuma, diferente da renda fixa que tem proteção do Fundo Garantidor de Créditos até R$ 250 mil por CPF.

Como mostrou Dabliu Mendes na matéria Bitcoin hoje a R$ 343.172 após queda de 3,15% — criptomoeda vale 212 salários mínimos em meio à regulação, publicada ontem, a volatilidade segue sendo a marca registrada do ativo.

Perspectivas pro mercado

O mercado opera sem um catalisador único — nem alta nem baixa tem motivo específico dominante. A regulamentação brasileira pode trazer mais investidores institucionais, mas o cenário global ainda pesa nas decisões.

Quem apostou na alta acertou hoje. Amanhã? Ninguém sabe.

O IPCA acumulado em 12 meses é 3,81% — bem abaixo da Selic, o que mantém a renda fixa atrativa pra quem quer dormir tranquilo.

Fontes:


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✦ economia — Esta reportagem, publicada hoje, é assinada por Dabliu Mendes, editor-chefe do ▷ Diário SP. Dabliu Mendes é jornalista com mais de 10 anos de atuação na imprensa brasileira. Atualmente é editor e colunista do Diário SP, onde cobre loterias, legislação e finanças pessoais com foco em informação acessível e apuração rigorosa. Ao longo da carreira, acompanhou de perto centenas de sorteios das Loterias da Caixa e se especializou na cobertura do mercado de apostas no Brasil, incluindo regulamentação, impactos sociais e mudanças legislativas. Tem 38 anos e mora em Nova Mutum (MT). Para acompanhar mais coberturas de Dabliu Mendes, acesse sua página de artigos.

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