Bitcoin hoje opera a R$ 381.362 com queda de 1,16% — criptomoeda vale 235 salários mínimos após amplitude de R$ 12.406

Moeda digital oscila entre R$ 379.599 e R$ 392.005 nas últimas 24 horas; regulação brasileira avança

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Corretora ByBit de criptomoedas é proibida de operar no Brasil pela CVM; confira - Freepik -
Foto: Corretora ByBit de criptomoedas é proibida de operar no Brasil pela CVM; confira - Freepik -
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⚠️ Aviso: As informações desta matéria têm caráter informativo e educacional. Valores, taxas e simulações são aproximados e não constituem recomendação de investimento.

R$ 381.362 contra R$ 382.254. Uma diferença de R$ 892 separou o Bitcoin de ontem para hoje.

Queda.

A criptomoeda opera a R$ 381.362 nesta quarta-feira (27/05), registrando baixa de 1,16% ou R$ 892 nas últimas 24 horas. Para quem pensa em comprar uma unidade completa da moeda digital, o valor equivale a 235 salários mínimos de R$ 1.621.

Mas teve movimento. A amplitude do período foi de R$ 12.406, com o Bitcoin tocando máxima de R$ 392.005 e mínima de R$ 379.599 — uma variação de 3,25% que mostra como o mercado cripto nunca para.

Quanto vale 1 Bitcoin em produtos reais

Com R$ 381.362, dá pra comprar um apartamento popular em cidades do interior ou 76 iPhones 16 Pro Max de última geração (cerca de R$ 5.000 cada). O cálculo é simples: a cotação atual dividida pelo preço do produto.

Quem tem meio Bitcoin — R$ 190.681 — já está no patamar de um carro zero quilômetro nacional. Um quarto de Bitcoin (R$ 95.340) paga entrada de imóvel financiado ou MBA em universidade particular.

Pra quem ganha salário mínimo, seria necessário trabalhar 19 anos e 7 meses sem gastar um centavo pra juntar o valor de 1 Bitcoin. Os números mostram a distância entre a moeda digital e a realidade do trabalhador brasileiro.

Selic e Bitcoin: onde render o dinheiro

A Selic está em 14.5% ao ano. O IPCA acumulado em 12 meses é 4.39%. Quem guarda R$ 10.000 na renda fixa por 1 ano recebe cerca de R$ 1.450,00 brutos — descontando Imposto de Renda de 15% a 22,5% conforme o prazo.

Já o Bitcoin não tem rendimento garantido — oscila conforme oferta e demanda global. Nesta quarta, por exemplo, quem tinha a criptomoeda perdeu 1,16% em 24 horas. Mas quem comprou na mínima (R$ 379.599) e vendeu na máxima (R$ 392.005) ganhou 3,25%.

E aí? Vale o risco? Depende do perfil. Renda fixa é previsível, cripto é montanha-russa.

Regulação brasileira ganha força

O cenário regulatório no Brasil tem evoluído. O Banco Central publicou resoluções estruturantes para prestadoras de serviços de ativos virtuais, enquanto a Receita Federal definiu novo modelo de declaração de operações com criptomoedas.

Na prática, empresas que oferecem serviços com criptoativos só podem atuar no Brasil com autorização formal do BC. A fiscalização promete ampliar segurança e transparência no setor — o que pode explicar parte da volatilidade recente.

Como mostrou Dabliu Mendes na matéria Bitcoin hoje opera a R$ 383.999 com queda de 1,01% — criptomoeda vale 237 salários mínimos após oscilação de R$ 6.406, o Bitcoin tem operado em faixa lateral nos últimos pregões.

Mercado 24/7 sem parar

Diferente do dólar ou ações, o Bitcoin opera 24 horas por dia, 7 dias por semana. Não tem fechamento de pregão. Os dados de R$ 381.362 foram coletados às 05:55 desta quarta — quando o mercado tradicional brasileiro ainda nem abriu.

Essa característica torna a criptomoeda mais volátil que moedas convencionais. Enquanto você dorme, o Bitcoin pode subir ou descer 5%. Enquanto almoça, pode oscilar outros 3%.

O lado bom: liquidez total. O ruim: stress total também.

Fontes:


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✦ economia — Esta reportagem, publicada hoje, é assinada por Dabliu Mendes, editor-chefe do ▷ Diário SP. Dabliu Mendes é jornalista com mais de 10 anos de atuação na imprensa brasileira. Atualmente é editor e colunista do Diário SP, onde cobre loterias, legislação e finanças pessoais com foco em informação acessível e apuração rigorosa. Ao longo da carreira, acompanhou de perto centenas de sorteios das Loterias da Caixa e se especializou na cobertura do mercado de apostas no Brasil, incluindo regulamentação, impactos sociais e mudanças legislativas. Tem 38 anos e mora em Nova Mutum (MT). Para acompanhar mais coberturas de Dabliu Mendes, .

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