Bitcoin hoje opera a R$ 389.803 com queda de 1,45% — criptomoeda vale 240 salários mínimos após perder R$ 10 mil em 24h

Amplitude de R$ 10.364 mostra volatilidade intensa enquanto regulamentação brasileira avança

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Corretora ByBit de criptomoedas é proibida de operar no Brasil pela CVM; confira - Freepik -
Foto: Corretora ByBit de criptomoedas é proibida de operar no Brasil pela CVM; confira - Freepik -
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⚠️ Aviso: As informações desta matéria têm caráter informativo e educacional. Valores, taxas e simulações são aproximados e não constituem recomendação de investimento.

Segunda mudou o cenário.

O Bitcoin hoje opera cotado a R$ 389.803, registrando queda de 1,45% nas últimas 24 horas — uma perda de R$ 1.134 que coloca a principal criptomoeda em patamar de cautela após período de alta volatilidade.

A amplitude do dia chegou a impressionantes R$ 10.364, com máxima de R$ 398.850 e mínima de R$ 388.486.

R$ 389 mil e o poder de compra real

Pra ter ideia: com R$ 389.803, dá pra comprar exatos 240 salários mínimos — considerando o piso nacional de R$ 1.621,00. É o equivalente a 20 anos de trabalho de quem ganha o mínimo, sem gastar um centavo.

Ou então? Um iPhone 16 Pro Max de 1 TB que custa US$ 1.500 sairia por cerca de R$ 7.800 só no câmbio — sobrariam R$ 382.003 pra outras 49 unidades do aparelho.

A volatilidade de mais de R$ 10 mil em um único dia mostra como o ativo ainda oscila violentamente — tipo sair de Curitiba e almoçar em Campo Grande, só que no bolso do investidor.

Selic alta beneficia renda fixa

A Selic está em 14,5% ao ano. O IPCA acumulado em 12 meses é 4,39%. Quem guarda R$ 10.000 na renda fixa por 1 ano recebe cerca de R$ 1.450,00 brutos — descontando Imposto de Renda de 15% a 22,5% conforme o prazo.

Com juros nesse patamar, o Bitcoin hoje enfrenta concorrência direta da renda fixa brasileira — especialmente pra quem busca preservar capital sem a montanha-russa diária de R$ 10 mil pra cima ou pra baixo.

Mas tem um detalhe.

A regulamentação das criptomoedas no Brasil entrou em vigor recentemente, com o Banco Central exigindo autorização formal das empresas que oferecem serviços com criptoativos.

Bitcoin hoje a R$ 396.549 contra R$ 398.216 máxima — criptomoeda perde R$ 1.667 e vale 245 salários mínimos, mostrou Dabliu Mendes ontem, já refletindo essa nova realidade regulatória.

Queda global atinge ativos de risco

O mercado cripto mais amplo vem sofrendo pressão após tensões geopolíticas e receios de manipulação, segundo portais especializados. Bitcoin, como ativo de risco, não escapa dessa dinâmica — especialmente quando investidores migram pra ativos mais conservadores.

No pregão de sexta-feira, como detalhou Dabliu Mendes na matéria Bitcoin hoje despenca a R$ 398.158 com queda de 2,79% — criptomoeda vale 246 salários mínimos e perde R$ 10 mil em 24h, a criptomoeda já mostrava sinais de correção após período de alta.

E agora?

A cotação atual de R$ 389.803 mantém o Bitcoin em território de consolidação — nem muito barato pra despertar FOMO generalizado, nem caro demais pra afastar novos entrantes. O mercado brasileiro, com a nova regulamentação, pode dar mais estabilidade ao ativo no médio prazo.

Quem tem 1 Bitcoin inteiro hoje possui patrimônio equivalente a uma casa popular financiada ou um apartamento de 2 quartos em cidade do interior — poder de compra que oscila R$ 10 mil por dia, pra cima ou pra baixo.

Fontes:


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✦ economia — Esta reportagem, publicada hoje, é assinada por Dabliu Mendes, editor-chefe do ▷ Diário SP. Dabliu Mendes é jornalista com mais de 10 anos de atuação na imprensa brasileira. Atualmente é editor e colunista do Diário SP, onde cobre loterias, legislação e finanças pessoais com foco em informação acessível e apuração rigorosa. Ao longo da carreira, acompanhou de perto centenas de sorteios das Loterias da Caixa e se especializou na cobertura do mercado de apostas no Brasil, incluindo regulamentação, impactos sociais e mudanças legislativas. Tem 38 anos e mora em Nova Mutum (MT). Para acompanhar mais coberturas de Dabliu Mendes, .

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