Dólar hoje trava a R$ 5,0305 nesta terça-feira sem mexer um centavo — moeda congela enquanto Selic de 14,5% rende mais

Cotação permanece inalterada no pregão de 02/06 com amplitude zero enquanto juros altos atraem investidores

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Neto de Jânio Quadros se envolve em briga e se diz vítima de golpe. Imagem: Pixabay
Foto: Neto de Jânio Quadros se envolve em briga e se diz vítima de golpe. Imagem: Pixabay
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Clara Colunista · Online agora
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⚠️ Aviso: As informações desta matéria têm caráter informativo e educacional. Valores, taxas e simulações são aproximados e não constituem recomendação de investimento.

Mercado parado. Dólar hoje opera travado nos R$ 5,0305 nesta terça-feira, 02 de junho.

A moeda americana registrou baixíssima variação no período medido — máxima e mínima idênticas, amplitude zero. Tipo de pregão que faz trader cochilar na mesa.

O que o BC não está dizendo?

A Selic está em 14,5% ao ano. O IPCA acumulado em 12 meses é 4,39%. Quem guarda R$ 10.000 na renda fixa por 1 ano recebe cerca de R$ 1.450,00 brutos — descontando Imposto de Renda de 15% a 22,5% conforme o prazo.

Com juro alto assim, dólar parado não surpreende. Investidor brasileiro prefere guardar real rendendo 14,5% do que apostar em moeda que não sai do lugar.

Quanto custa um iPhone hoje?

Com o dólar a R$ 5,0305, um iPhone 16 Pro Max de US$ 1.199 custa R$ 6.031,59 só no câmbio — fora impostos que dobram o preço final.

PlayStation 5 de US$ 499? R$ 2.510,24 na conversão pura.

O salário mínimo de R$ 1.621,00 compra 322 dólares hoje — menos que o valor de um iPad básico.

Quem ganha e quem perde

Dólar estável beneficia quem planeja viagem internacional. Uma semana em Orlando para família de 4 pessoas fica em torno de US$ 3.500R$ 17.606,75 no câmbio atual.

Mas complica para o exportador de soja. Com dólar baixo, o produtor recebe menos reais por tonelada vendida lá fora.

O importador respira aliviado — peças para máquinas, fertilizantes, remédios ficam mais baratos em real.

Mercado sem catalisador único

Segundo portais de notícias locais, a queda recente do dólar está ligada ao alívio geopolítico e menor aversão a risco global. Conflitos internacionais em pausa momentânea — pelo menos por enquanto.

Mas nada que justifique movimento brusco. O pregão segue morno, sem notícia bombástica mexendo com o câmbio.

Próximas horas podem trazer alguma surpresa. Ou não — junho começou devagar mesmo.

Fontes:


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✦ economia — Esta reportagem, publicada hoje, é assinada por Dabliu Mendes, editor-chefe do ▷ Diário SP. Dabliu Mendes é jornalista com mais de 10 anos de atuação na imprensa brasileira. Atualmente é editor e colunista do Diário SP, onde cobre loterias, legislação e finanças pessoais com foco em informação acessível e apuração rigorosa. Ao longo da carreira, acompanhou de perto centenas de sorteios das Loterias da Caixa e se especializou na cobertura do mercado de apostas no Brasil, incluindo regulamentação, impactos sociais e mudanças legislativas. Tem 38 anos e mora em Nova Mutum (MT). Para acompanhar mais coberturas de Dabliu Mendes, .

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