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Vai esquentar ou não vai? Em Nova Mutum, a resposta é clara: 34°C de máxima nesta segunda-feira.
A cidade amanhece com 21°C e umidade alta de 83% — aquele ar grudento que faz a camisa colar no corpo antes mesmo de sair de casa. Mas não dura.
Fornalha da tarde
Lá pelas 15h, o termômetro bate 33°C e a umidade despenca para 35%. É o tipo de calor seco que resseca a garganta e faz até quem está na sombra suar.
O índice UV chega a 8 — protetor solar vira item obrigatório para quem vai pisar na rua depois das 9h da manhã.
E a chuva? Máximo 37% de chance nas primeiras horas da madrugada e um 17% no final da tarde. Traduzindo: pode até pingar, mas nada que resolva o calorão.
Como o agro sente
Para o produtor rural da região, essa combinação de calor e baixa umidade acelera a secagem dos grãos de milho safrinha que ainda estão no campo.
Quem tem soja armazenada precisa ficar de olho na ventilação dos silos — umidade de 35% à tarde é sinal verde para fungos se não tiver cuidado.
A variação de 13 graus entre manhã e tarde também mexe com o gado. Bovinos sentem mais o estresse térmico quando a amplitude é alta assim.
Hidratação em pauta
Com 34°C e umidade baixa, uma pessoa de 70 kg precisa beber pelo menos 3,2 litros de água ao longo do dia. Quem trabalha ao ar livre ou faz exercício precisa dobrar essa conta.
O vento de 7 km/h até ajuda a dar uma sensação de alívio, mas não resolve o problema da desidratação.
Nascer do sol às 6h05, pôr do sol às 17h25 — quem corre de manhã tem janela boa até as 8h. Depois disso, melhor esperar o final da tarde.
E amanhã?
Terça-feira promete mais do mesmo: mínima de 21°C, máxima de 35°C. Um grau a mais que hoje — como se precisasse.
Como detalhou Dabliu Mendes na matéria Nova Mutum hoje: madrugada de 21°C vira fornalha de 34°C com UV alto — umidade despenca 47%, publicada ontem, esse padrão de calor intenso tem se repetido em Nova Mutum.
Fontes:
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