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Bitcoin hoje a R$ 393.889 recua 1,49% — criptomoeda vale 243 salários mínimos em meio à correção técnica

Amplitude de R$ 9.200 marca volatilidade do ativo digital nas últimas 24 horas

Dabliu Mendes
economiaColunista
08 maio 2026 · 06h25Atualizado 2 horas
31 9 2 min
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Bitcoin hoje a R$ 393.889 recua 1,49% — criptomoeda vale 243 salários mínimos em meio à correção técnica

⚠️ Aviso: As informações desta matéria têm caráter informativo e educacional. Valores, taxas e simulações são aproximados e não constituem recomendação de investimento.

R$ 393.889. O Bitcoin recuou 1,49% nas últimas 24 horas.

A criptomoeda registrou amplitude de R$ 9.200 entre máxima e mínima — variação de 2,34% que mostra a volatilidade característica do ativo digital. Máxima bateu R$ 399.719 e mínima grudou nos R$ 390.519.

Com a cotação atual, 1 Bitcoin equivale a exatos 243 salários mínimos brasileiros. O salário mínimo está em R$ 1.621,00.

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Bitcoin hoje despenca a R$ 398.630 com queda de 1,2% — criptomoeda vale 245 salários mínimos em meio a tensões globais
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Poder de compra despenca

A queda representa R$ 1.206 a menos no valor da moeda digital. Pra ter ideia: quem tinha 1 Bitcoin ontem perdeu o equivalente a três quartos de um salário mínimo em 24 horas.

E o contexto não ajuda. Dabliu Mendes mostrou na matéria Bitcoin hoje despenca a R$ 398.630 com queda de 1,2% — criptomoeda vale 245 salários mínimos em meio a tensões globais como as tensões geopolíticas têm pressionado o mercado cripto.

Portais especializados apontam correção técnica após período de alta. Mas o Bitcoin opera 24 horas por dia, 7 dias por semana — diferente da bolsa tradicional.

Selic vs Bitcoin

A Selic está em 14.5% ao ano. O IPCA acumulado em 12 meses é 4.14%. Quem guarda R$ 10.000 na renda fixa por 1 ano recebe cerca de R$ 1.450,00 brutos — descontando Imposto de Renda de 15% a 22,5% conforme o prazo.

Com R$ 393.889, dá pra comprar um apartamento em algumas cidades do interior. Ou investir na Selic e receber R$ 57.114 brutos por ano só de juros.

Diferença brutal.

Regulação avança

O Banco Central implementou novas regras para exchanges a partir de 1º de maio. Resolução 521 exige mais transparência nas operações de envio e recebimento de criptoativos no país.

Marco regulatório das criptomoedas no Brasil entrou em vigor recentemente, determinando diretrizes para prestação de serviços de ativos virtuais. Legitimidade cresce, mas volatilidade permanece.

Bitcoin segue sendo Bitcoin: imprevisível, volátil e longe do padrão de investimento tradicional brasileiro.

Fontes:


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✦ economia — Esta reportagem, publicada hoje, é assinada por Dabliu Mendes, editor-chefe do ▷ Diário SP. Dabliu Mendes é jornalista com mais de 10 anos de atuação na imprensa brasileira. Atualmente é editor e colunista do Diário SP, onde cobre loterias, legislação e finanças pessoais com foco em informação acessível e apuração rigorosa. Ao longo da carreira, acompanhou de perto centenas de sorteios das Loterias da Caixa e se especializou na cobertura do mercado de apostas no Brasil, incluindo regulamentação, impactos sociais e mudanças legislativas. Tem 38 anos e mora em Nova Mutum (MT). Para acompanhar mais coberturas de Dabliu Mendes, acesse sua página de artigos.

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