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O caso Gisele ganhou novos rumos na manhã desta quarta-feira (18), com a prisão do tenente-coronel da PM (Polícia Militar), Geraldo Rosa Neto. Ele é acusado de matar a esposa, a solado da PM Gisele Alves Santana, 32 anos, no último dia 18 de fevereiro, no bairro do Brás, em São Paulo.
No entanto, a prisão aconteceu apenas 30 dias depois, em São José dos Campos, no interior de São Paulo, onde Geraldo Neto tem um apartamento. E a Polícia Técnico-Científica já emitiu 24 laudos periciais que ajudariam a concluir que o marido foi o responsável pelo feminicídio no caso Gisele.
Em resumo, ela morreu com um tiro na cabeça, no apartamento onde moravam, e Geraldo Neto disse que ela se mantou enquanto tomavam banho. No entanto, a investigação, que começou com suicídio consumado, passou para morte suspeita e agora trata como feminicídio.
Caso Gisele: delegacia fala em fraude processual

Atualmente, o caso Gisele tem investigação no 8º DP (Distrito Policial), em São Paulo. Nesta última terça (17), concluiu a investigação e indiciou o tenente-coronel por feminicídio e, também, por fraude processual. Durante esse período, também surgiu um vídeo em que ele aparece com uma arma na cabeça e que teria sido enviado à esposa.
Isso porque ele é acusado de adulterar a cena do crime após a morte da esposa. Entre outras coisas, ele tomou outro banho após a chegada do socorro, mesmo sendo orientado a não fazer isso.
Na oportunidade, a soldado da PM estava com um tiro no lado direito da cabeça e com uma arma na mão. Inclusive, o revólver usado pertence a Geraldo Neto, que atua na PM há 35 anos e, depois do crime, pediu afastamento temporário da Polícia Militar.
Por fim, a trajetória da bala que atingiu a cabeça da soldado e a profundidade dos ferimentos foram determinantes para o pedido de prisão. Além disso, havia marcas no pescoço e lesão na boca dela.
Casal estava em vias de separação
Neste caso Gisele, também chama a atenção o relacionamento considerado tóxico. Segundo a família dela, Geraldo Neto era muito ciumento e não a deixava usar batom, maquiagem e sapato de salto alto, por exemplo.
No último domingo (15), ele deu uma entrevista exclusiva ao jornalista Roberto Cabrini, da TV Record e negou todas as acusações. Ele ainda reafirmou que a esposa se matou e que ele ficou em ‘choque’ no momento. Sobre o vídeo com a arma na cabeça, disse que o mesmo foi criado com Inteligência Artificial.
Agora, Geraldo Neto será levado provavelmente a um presídio militar e o caso Gisele ganha esse importante desdobramento. Na saída dele do apartamento, na viatura da polícia, houve relatos de pessoas o chamando de ‘lixo’ e ‘assassino’.


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