Dólar hoje estaciona em R$ 4,9769 no último pregão — salário mínimo de R$ 1.621 compra apenas 325 dólares

Moeda opera sem volatilidade após decisão do BC de cortar Selic para 14,5%; iPhone 16 Pro Max custaria R$ 10.454 só no câmbio

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Neto de Jânio Quadros se envolve em briga e se diz vítima de golpe. Imagem: Pixabay
Foto: Neto de Jânio Quadros se envolve em briga e se diz vítima de golpe. Imagem: Pixabay
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⚠️ Aviso: As informações desta matéria têm caráter informativo e educacional. Valores, taxas e simulações são aproximados e não constituem recomendação de investimento.

R$ 4,9769 contra R$ 1.621,00. Essa conta resume o poder de compra do brasileiro no câmbio atual.

O dólar hoje terminou a última sessão pregando exatos R$ 4,9769 — tanto na compra quanto na venda. Amplitude zerada. Variação registrada de baixíssima oscilação no período medido pelo sistema.

Traduzindo: quem ganha um salário mínimo consegue comprar apenas 325 dólares americanos. Três anos atrás eram quase 400.

O que o BC não está dizendo?

A Selic está em 14.5% ao ano. O IPCA acumulado em 12 meses é 4.14%.

Quem guarda R$ 10.000 na renda fixa por 1 ano recebe cerca de R$ 1.450,00 brutos — descontando Imposto de Renda de 15% a 22,5% conforme o prazo.

Só que ninguém fala do outro lado da moeda. Com o dólar nesse patamar, um iPhone 16 Pro Max de US$ 2.100 custaria R$ 10.454 só no câmbio — fora impostos, frete e margem do importador.

Quem ganha e quem perde

Dólar alto favorece quem exporta. Soja, minério, carne brasileira ficam mais competitivos lá fora.

Do lado oposto: qualquer produto com componente importado sobe de preço. Trigo para o pão. Fertilizante para o agro. Combustível derivado.

O mercado opera sem um catalisador único neste início de maio.

Matemática do bolso

Uma viagem de uma semana para Miami, gastando US$ 150 por dia, sairia por R$ 5.226 só em despesas locais — câmbio puro, sem considerar passagem aérea.

Para quem investe em dólar: US$ 1.000 aplicados rendem cerca de R$ 4.977 na conversão atual.

Mas atenção: esse valor flutua conforme o humor dos mercados internacionais e as decisões de política econômica.

O próximo pregão acontece na segunda-feira, quando os mercados voltam a operar normalmente após o fim de semana.

Fontes:


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✦ economia — Esta reportagem, publicada há 4 dias, é assinada por Dabliu Mendes, editor-chefe do ▷ Diário SP. Dabliu Mendes é jornalista com mais de 10 anos de atuação na imprensa brasileira. Atualmente é editor e colunista do Diário SP, onde cobre loterias, legislação e finanças pessoais com foco em informação acessível e apuração rigorosa. Ao longo da carreira, acompanhou de perto centenas de sorteios das Loterias da Caixa e se especializou na cobertura do mercado de apostas no Brasil, incluindo regulamentação, impactos sociais e mudanças legislativas. Tem 38 anos e mora em Nova Mutum (MT). Para acompanhar mais coberturas de Dabliu Mendes, .

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