Dólar hoje opera a R$ 4,9663 com baixíssima variação — salário mínimo compra 326 dólares americanos

Moeda americana registra estabilidade no pregão desta quinta-feira enquanto mercado aguarda definições

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Neto de Jânio Quadros se envolve em briga e se diz vítima de golpe. Imagem: Pixabay
Foto: Neto de Jânio Quadros se envolve em briga e se diz vítima de golpe. Imagem: Pixabay
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⚠️ Aviso: As informações desta matéria têm caráter informativo e educacional. Valores, taxas e simulações são aproximados e não constituem recomendação de investimento.

R$ 4,9663.

O dólar hoje opera com essa cotação nesta quinta-feira (23/04/2026), registrando baixíssima variação no pregão que ainda está em andamento. Pra ter uma noção do que isso significa no seu bolso: com o salário mínimo de R$ 1.621,00, dá pra comprar exatos 326 dólares americanos.

Mas calma — isso é só o câmbio puro. Na prática, quando você vai trocar dinheiro na casa de câmbio ou usar o cartão lá fora, sempre tem o spread bancário que come uma fatia.

iPhone custa R$ 5.959

Quer um exemplo concreto? Um iPhone 16 Pro Max que custa US$ 1.200 nos Estados Unidos sai por R$ 5.959 só na conversão direta do câmbio — fora todos os impostos de importação que fazem o preço explodir aqui no Brasil.

PlayStation 5? US$ 500 = R$ 2.483. Um MacBook Air de US$ 1.000 = R$ 4.966.

E quem está pensando naquela viagem pra Orlando? Um orçamento de US$ 3.000 pra família equivale a R$ 14.899 — quase dez salários mínimos só em dólares, sem contar hospedagem e passagem.

Selic em 14,75%

A Selic está em 14.75% ao ano. O IPCA acumulado em 12 meses é 4.14%.

Quem guarda R$ 10.000 na renda fixa por 1 ano recebe cerca de R$ 1.475,00 brutos — descontando Imposto de Renda de 15% a 22,5% conforme o prazo.

Traduzindo: com R$ 10 mil investidos na Selic, você tira cerca de R$ 1.475 ao ano. Dá pra comprar 297 dólares com esse rendimento bruto.

Quem ganha, quem perde

Dólar mais baixo é festa pra quem importa. Setor de tecnologia, indústria automobilística, farmacêutico — todos dependem de insumos de fora e sentem alívio no custo.

Turista brasileiro também comemora.

Do outro lado da moeda — literalmente — o agronegócio faz bico. Soja, milho, carne bovina: tudo que o Brasil exporta rende menos reais quando o dólar está em baixa. O produtor rural vende a mesma quantidade e recebe menos.

Exportadores em geral sentem no bolso. Quem vive de remessa de dinheiro pro exterior também: mandar US$ 1.000 lá fora custa R$ 4.966 hoje.

Mercado sem catalisador

O que explica essa estabilidade quase cirúrgica do dólar? Mercado sem um catalisador único definindo a direção.

Segundo portais de notícias locais, o cenário internacional continua indefinido — conflitos geopolíticos de um lado, expectativas sobre juros americanos do outro. Aqui no Brasil, o foco continua na política monetária e nas contas públicas.

Resultado: investidor na retranca, esperando sinais mais claros pra tomar posição. Daí essa variação mínima que beirou o zero.

Próximas horas

Pregão segue até 18h. Pode ter movimento, pode continuar travado — câmbio é assim mesmo, imprevisível no curto prazo.

Uma coisa é certa: R$ 4,96 ainda é um nível que deixa o importador respirando e o exportador pensativo. Nem festa, nem velório.

O salário mínimo comprando 326 dólares é um poder de compra que estava melhor no passado recente, mas também já esteve muito pior. Depende sempre da perspectiva e do seu bolso.

Fontes:


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✦ economia — Esta reportagem, publicada hoje, é assinada por Dabliu Mendes, editor-chefe do ▷ Diário SP. Dabliu Mendes é jornalista com mais de 10 anos de atuação na imprensa brasileira. Atualmente é editor e colunista do Diário SP, onde cobre loterias, legislação e finanças pessoais com foco em informação acessível e apuração rigorosa. Ao longo da carreira, acompanhou de perto centenas de sorteios das Loterias da Caixa e se especializou na cobertura do mercado de apostas no Brasil, incluindo regulamentação, impactos sociais e mudanças legislativas. Tem 38 anos e mora em Nova Mutum (MT). Para acompanhar mais coberturas de Dabliu Mendes, .

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