Geraldo Neto quebra silêncio após morte de Gisele Alves: ‘uma cena traumatizante’

O tenente-coronel Geraldo Neto, 53 anos, quebrou o silêncio nesta quarta-feira (11) e falou sobre a morte de sua esposa, a PM Gisele Alves Santana, 32 anos. Esse caso aconteceu no dia 18 de…

Geraldo Neto: mensagens à Gisele assombram web. Imagem: Redes sociais.
Foto: Geraldo Neto: mensagens à Gisele assombram web. Imagem: Redes sociais.
Foto: Geraldo Neto: mensagens à Gisele assombram web. Imagem: Redes sociais.

O tenente-coronel Geraldo Neto, 53 anos, quebrou o silêncio nesta quarta-feira (11) e falou sobre a morte de sua esposa, a PM Gisele Alves Santana, 32 anos. Esse caso aconteceu no dia 18 de fevereiro e o oficial da Polícia Militar passou a ser apontado como suspeito do crime.

Em entrevista à TV Record, no programa Balanço Geral, o tenente-corone...
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Parte 1 de 17

Em entrevista à TV Record, no programa Balanço Geral, o tenente-coronel desabafou e negou que tenha matado a esposa. “As pessoas têm inventado coisas, estou sendo atacado impiedosamente por inverdades”, afirmou Geraldo Neto em trecho da entrevista.

Na oportunidade, Gisele foi encontrada por ele no quarto, com muito sangue e um tiro da cabeça, dado com uma arma do marido. Inicialmente, o caso foi registrado como suicídio consumado, mas depois a investigação mudou para morte suspeita e, agora, trata o caso como feminicídio. E o tenente-coronel, que pediu afastamento do cargo, é apontado agora como suspeito. “Para o Brasil inteiro, eu sou um assassino”, desafabou.

Geraldo Neto diz que está sendo ‘atacando com inverdades’

‘Uma cena traumatizante’; Geraldo Neto quebra silêncio após morte de Gisele Alves. Imagem: Redes sociais
‘Uma cena traumatizante’; Geraldo Neto quebra silêncio após morte de Gisele Alves. Imagem: Redes sociais

Na entrevista dada nesta quarta, Geraldo Neto destacou que está sendo ‘atacado com inverdades’. “Não tenho nada para inventar”, disse o tenente-coronel, em entrevista por telefone.

Além disso, o tenente-coronel disse que não demorou 29 minutos para chamar o socorro. Na oportunidade, uma vizinha disse que ouviu o barulho de tiro às 7h28, as o serviço de socorro da PM tem registro às 7h58. “Jamais (demoraria), disse ele, alegando que chamou o socorro cerca de 20 segundos depois de ver a mulher no chão.

Em outro trecho da entrevista, o oficial da PM disse que jamais levantou a mão para a mulher. Assim, rechaçou o laudo do IML (Instituto Médico-Legal) de que havia marca de pressão no pescoço dela. “Nem unha eu tenho”, disse.

Na entrevista, ele também negou que o chão do banheiro estivesse seco na hora da chegada do socorro. No momento do tiro, Geraldo Neto alega que estava no banho, a cerca de um minuto. “Inclusive, eu não desliguei o chuveiro, só se os bombeiros desligaram. Eu não desliguei e era impossível o chão estar seco”, afirmou.

Casal estava em vias de separação

Durante a entrevista à Record, Geraldo Neto confirmou que gostaria de se separar de Gisele Alves. Segundo o tenente-coronel, eles já dormiam em quartos separados há oito meses e, naquele dia, havia proposto a separação.

Naquele momento, ela teria o empurrado e batido a porta na cara dele. Em outro trecho, disse que se incomodava com um primo dela, que vivia elogiando os ‘atributos físicos’ de Gisele.

Depois, o tenente-coronel ainda falou sobre a sensação de encontrar a esposa baleada no quarto. “Abri menos de um palmo da porta porque pensei que ela estivesse em pé na porta do banheiro querendo falar comigo. Aí quando eu abri um pouco, deu pra ver que ela estava caída no chão, uma cena traumatizante”, disse.

Por fim, Geraldo Neto também afirmou que não prestou os primeiros socorros para preservar a cena do crime. “A Gisele era muito legal comigo”, afirmou, também negando que houvesse tantas brigas entre o casal.

 

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Sobre o Autor
Marcos Eduardo
Marcos Eduardo Notícias

Marcos Eduardo Carvalho, nascido em São José dos Campos, jornalista formado em 1999 pela Unitau (Universidade de Taubaté). Também é editor de Esportes no jornal OVALE. Desde 2021 também é produtor de conteúdos no Grupo Prime, onde faz matérias jornalísticas, entrenenimento e dicas caseiras. Também é produtor de jornalismo na TV Câmara de São José dos Campos.

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382 comentários

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Eduardo Ramos Há 4 dias

Ele pode ter suas razões, mas a verdade é que a Gisele não está mais aqui. A dor e a perda, especialmente por conta da violência, é irreparável. A gente precisa de mais empatia nesse mundo!

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Bianca Rocha Há 4 dias

Sinceramente, acho q todo esse alvoroço pode ter um fundo de verdade. Esse negócio de pressão no pescoço dela não parece ser só uma coincidência. Precisamos de justiça e esclarecimentos!

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Juliana Pereira ↳ respondendo Ana Costa Há 5 dias

Mano, mtos detalhes ainda estão faltando! Isso de demorar pra chamar o socorro é complicado, e a vizinha ouviu o tiro e tudo mais. A gente não pode só acreditar no que ele fala, sabe? Tem que investigar mesmo!

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Cláudia Almeida ↳ respondendo Tatiane Ferreira Há 5 dias

Fico pensando em como isso afeta a família dela. Não é só um caso policial, é uma vida e varias pessoas sofrendo. Precisamos olhar pra isso com mais cuidado e humanidade!

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Patrícia Mendes Há 5 dias

Infelizmente, casos desse tipo são comuns e as mulheres acabam sempre sendo as vítimas. Precisamos de mais proteção e apoio para elas, não dá pra aceitar que isso continue acontecendo. 💔

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Fernanda Lima Há 5 dias

Que situação complicada, não sei quem acreditar. O Geraldo pode estar falando a verdade, mas os indícios são bem pesados. A gente tem que lembrar que, no final, vidas estão em jogo e precisamos de respostas! 😔

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Carlos Souza ↳ respondendo Ana Costa Há 5 dias

Concordo com a Juliana. É importante ter todas as evidências antes de formar uma opinião. Morte de mulher é sempre algo sério, e esse caso não deve ser tratado como simples, deve ser levado a sério pela polícia!

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Lúcia Cardoso ↳ respondendo Lúcia Cardoso Há 6 dias

Vdd, Eduardo. A gente precisa lembrar que independente das circunstâncias, uma vida foi perdida. A investigação deve ser zero em cima de suspeitas e mto em cima de fatos reais!

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Felipe Santos ↳ respondendo Juliana Pereira Há 6 dias

Sinceramente, esse caso me deixa com muitas dúvidas. O tempo de espera pra chamar socorro e as evidências me fazem pensar q as respostas estão longe de serem claras. Precisamos de uma investigação completa!

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Maria Silva Há 6 dias

É muito triste tudo o que aconteceu. Não dá pra imaginar o que o tenente-coronel está passando nesse momento, mas a morte de Gisele é algo que precisa ser investigado a fundo. Espero que a verdade venha à tona e que a justiça seja feita!

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João Martins ↳ respondendo Maria Silva Há 6 dias

Ah, não sei não... Esse negócio de "inventaram histórias" parece meio suspeito pra mim. Se ele não fez nada, o que teria a perder com a verdade? Tem que ficar de olho nesse caso!

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Tatiane Ferreira ↳ respondendo Pedro Almeida Há 6 dias

Acho que o Geraldo realmente tá numa situação difícil, mas não dá pra ignorar a possibilidade dele ter sim alguma culpa. Investigação séria é o que precisamos, pq isso pode acontecer com qualquer mulher 😡!

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Pedro Almeida ↳ respondendo Maria Silva Há 6 dias

Na boa, acho que a gente precisa ouvir mais a versão dele. Claro que uma morte assim choca e ainda mais com uma arma da PM envolvida. Mas precisamos ter cuidado com as acusações precipitadas, né?

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Ricardo Gomes ↳ respondendo Ana Costa Há 7 dias

Concordo com vocês, mas tbm ao mesmo tempo, é muito fácil julgar sem saber os detalhes. A polícia precisa ser mais rápida nessa investigação e dar respostas urgentes.

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Ana Costa ↳ respondendo Maria Silva Há 1 semana

Eu fico pensando, será que ele realmente não poderia ter feito nada? O fato de ter uma marca de pressão no pescoço dela é preocupante. Não dá pra ignorar isso, parece que tem muita coisa estranha nesse caso.

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Lucas Oliveira ↳ respondendo Pedro Almeida Há 1 semana

Gente, mas se ele tá sendo acusado de feminicídio, é mto sério! A gente não pode só achar que ele eh inocente sem provas. Ele precisa explicar td bem detalhadinho, pq a vida da Gisele foi perdia!

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