Desde 2022, São Paulo registrou cerca de 2.000 doadores ajudaram nos transplantes de órgãos, salvando a vida de milhares de pessoas. Isso coloca o estado no topo dos que mais realizaram esse tipo de procedimento nos últimos três anos.
Esses dados foram divulgados pela Central de Transplantes da SES (Secretaria de Estado da Saúde) de São Paulo nesta semana. Alem disso, no primeiro semestre de 2025, o estado teve 4.229 procedimentos cirúrgicos do tipo, incluindo órgãos como fígado, coração, pâncreas, rim, córnea, pulmões e outros. Esse número é 9% maior que no mesmo período de 2022, quando aconteceram 3.863 procedimentos. O coordenador da Central de Transplantes, Francisco de Assis Monteiro, destaca a importância desse tipo de ação.
O Estado ter ultrapassado a marca de 5 mil transplantes representa não só a capacidade técnica da nossa rede, mas também a solidariedade das famílias que autorizam a doação. Estamos trabalhando com campanhas de esclarecimento e de capacitação de profissionais, que são fundamentais para que mais vidas sejam salvas
Mais de 26 mil pessoas na fila de transplante

Mas, a luta é grande para tentar salvar vidas. Por exemplo, em todo o estado de São Paulo há 26.819 pacientes na fila aguardando por um transplante de órgão.
Atualmente, uma ferramenta que se torna uma aliada, através do programa Saúde Digital, é um aplicativo no Poupatempo. Este permite que se acompanhe o andamento cadastral e, até mesmo, sua posição na fila de transplante.
Além disso, o governo do estado de São Paulo aposta em ações como o TransplantAR – Aviação Solidária, um programa que aposta em aviões particulares, mas com transporte gratuito de órgãos. Assim, o material poderá sempre chegar mais rápido ao seu destino e garantir o sucesso necessário destas operações, que garantem a vida e a qualidade de vida dessas pessoas que aguardam ansiosamente.
Outro ponto importante: a Secretaria de Saúde informou que houve aumento de 80% do valor pago pela Tabela SUS Paulista. E isso envolve sete procedimentos sobre a captação de órgãos no estado.
Conscientização das pessoas
Por fim, para aumentar a quantidade de transplantes de órgãos, o governo vem apostando em campanhas a fim de esclarecer a população. Afinal de contas, a doação de órgãos é essencial para a sobrevivência de muita gente.
Um determinado órgão ou tecido de alguém que acabou de falecer, poderá garantir a vida de outra. Caso contrário, o item vai para o caixão, se desintegra e muitas pessoas que precisam ficam ainda mais tempo na fila de espera pelo transplante tão importante.









