Tarcísio de Freitas (Republicanos) lidera a pesquisa estimulada nas eleições para governador de São Paulo em 2026, com 51% dos votos contra 27,7% de Fernando Haddad. Esses dados foram divulgados na manhã desta quarta-feira (11), pela Paraná Pesquisas.
Em seguida, aparece Kim Kataguri (União), com 5,2% dos votos, dentro do cenário 1 da pesquisa, que tem Paulo Serra (PSDB) com 4,2% e Felipe D’ávila (Novo), com 1,6%. Outros 3,9% não sabem ou não responderam e 6,4% vão votar em branco ou nulo. Se a eleição fosse hoje, Tarcísio seria reeleito governador ainda no primeiro turno.
De acordo com a Paraná Pesquisas, o levantamento aconteceu entre os dias 6 e 10 de fevereiro e ouviu 1.580 eleitores acima de 16 anos. Na pesquisa, a margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com 95% de confiança. E tem registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo SP-04650/2026.
Tarcísio lidera em todos os cenários

Tarcísio de Freitas, que é pré-candidato à reeleição, venceria todos os cenários estimulados. Por exemplo, com o vice-presidente e ex-governador Geraldo Alckmin (PSB) na disputa, teria 48,5% contra 29,9% do pessebista. Em um terceiro cenário, Tarcísio teria 52,8% em eventual disputa com Márcio França (PSB).
E a Paraná Pesquisas também simulou a disputa sem o atual governador na corrida e com o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB) na briga. No caso, o atual prefeito teria 36% contra 24,2% de Márcio França, 7,8% de Kim Kataguiri e Paulo Serra, e 4,6% de Felipe D’ávila. Outros 6,6% não sabem ou não responderam, enquanto 13% votariam em branco ou nulo.
Por fim, em um quinto cenário, sem Tarcísio e sem Nunes, Márcio França teria 29,2%, contra 10,9% de Kim Kataguiri. Ele teria empate técnico com Paulo Serra (10,7%) e também com o atual vice-governador Felicio Ramuth (PSDB), com 8,4%. E Felipe D’ávila teria 6,5%, enquanto 9,4% não sabem ou não responderam e 24,9% votariam em branco ou nulo.
Governador venceria segundo turno
Em um eventual segundo turno, Tarcísio de Freitas também venceria nos dois cenários estimulados. Contra Alckmin, teria 56% contra 35,1%, enquanto 3,2% não sabem ou não responderam e 5,6% votariam em branco ou nulo.
Na disputa com Fernando Haddad, o atual governador venceria o segundo turno com 58,7% contra 32,4% do petista. Neste caso, 3% não sabem ou não responderam e 5,8% votariam em branco ou nulo.
Caso Ricardo Nunes disputasse o segundo turno com Alckmin, haveria empate técnico, com 45,3% para o prefeito e 40,9% para o vice-presidente. Outros 8,7% não sabem ou não responderam e 5,1% votariam em branco ou nulo.
Na disputa entre Alckmin e Felicio Ramuth, o vice-presidente venceria o vice-governador com 47,7% contra 20,6%. Já 7,4% não sabem ou não responderam e 24,4% votariam em branco ou nulo.
Depois, Ricardo Nunes venceria Haddad com 48,2% contra 35,1% do ministro da Fazenda, com 5,1% que não sabem ou não responderam e 11,5% branco ou nulo.
Mas, o petista venceria o atual vice-governador no segundo turno com 41,1% contra 26,1%. No caso, 7,5% não sabem ou não responderam e 25,3% votariam em branco ou nulo.









