Os vereadores da Câmara de São Paulo aprovaram o orçamento da cidade para 2026 com um valor 9% acima de 2025. Desta maneira, a cidade terá R$ 137 bilhões para os cofres públicos nos próximos 12 meses.
A aprovação do orçamento da capital paulista aconteceu na noite desta última quarta-feira (17). E foi a última atividade da Câmara Municipal antes do recesso de final de ano.
Em uma votação simbólica, ou seja, sem registro de votos, o valor foi aprovado pela casa. Agora, passará pela sanção do prefeito Ricardo Nunes (MDB), para entrar em vigor já no dia 1º de janeiro.
Educação fica com maior parte do orçamento

No orçamento aprovado para 2026, a Secretaria de Educação terá, de novo, a maior fatia, como prevê a Constituição. Desta maneira, serão R$ 26,5 bilhões, um aumento de 14% em relação a 2025, ou seja, superando a inflação do período.
Enquanto isso, a Secretaria de Saúde teve um aumento de 12% em relação a 2025. E a pasta terá R$ 24,6 bilhões disponíveis para cuidar da saúde dos paulistanos no dia a dia.
Ainda na votação desta quarta, se definiu que cada vereador terá direito a R$ 6 milhões em emendas parlamentares. No caso, eles poderão escolher livremente em quais áreas poderão utilizar esses valores.
Para chegar ao valor de R$ 137 bilhões para 2026, a prefeitura e os vereadores da Comissão de Orçamento da Câmara fizeram um ajuste. Isso porque, no texto original do projeto apresentado pelo Executivo se esperava um valor de R$ 135,4 bilhões. E, como o aumento da expectativa de arrecadação para o ano que vem, também se aumentou o valor total. Ao menos na teoria, proporciona maior capacidade de investimento em serviços na cidade, que hoje conta com aproximadamente 11 milhões de habitantes.
Sessão também define mesa diretora
Além do orçamento para 2026, a última sessão do ano também definiu a eleição da Mesa Diretora da Câmara. Então, se confirmou o vereador Ricardo Teixeira como presidente da casa.
Agora, ele assume o lugar de Rubinho Nunes (União Brasil), que não teve o apoio necessário e desistiu de nova candidatura. Então, João Jorge (MDB), passa a ser o vice-presidente da casa, enquanto Isaac Félix (PL) será o vice.
Enquanto isos, a casa elegeu Senival Moura (PT) na primeira secretaria, com Gabriel Abreu (Podemos) na segunda. Aa Corregedoria ficou com Sargento Nantes (Progressistas), enquanto a vereadora Edi Sales (PSD) ficou com a segunda suplência da Mesa Diretora.









