As tarifas de ônibus e metrô ficam mais caras na cidade de São Paulo a partir do dia 6 de janeiro. Desta maneira, já prepare o bolso para pagar um pouco mais caro neste início de 2026.
No caso do ônibus na capital paulista, o valor das tarifas terá um aumento de R$ 0,30 centavos. Desta maneira, o valor que atualmente está em R$ 5, passa para R$ 5,30.
Assim, o aumento é de 6%, ou seja, acima da inflação acumulada nos últimos meses. Segundo dados do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a inflação até novembro foi de 4,5%. Por outro lado, o índice IPC-FIPE Transporte, que é referência do setor, teve uma inflação de 6,5% no período de um ano.
Tarifas mais cara em outras cidades

No entanto, as tarifas de ônibus está ainda mais cara em outras cidades da Região Metropolitana de São Paulo. Por exemplo, em Barueri, Carapicuíba, Itapevi, Jandira e Osasco, que integram o CIOESTE (Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo),o valor passa de R$ 5,80 para R$ 6,10.
Desta maneira, andar de ônibus na capital paulista é mais barato que em outras cidades da mesma região. Mas, nos dois casos, há uma vantagem para o usuário: o Bilhete Único.
Na prática, é possível utilizar diversas linhas do transporte público com uma passagem. Mas, existe um limite de tempo em que se pode utilizar o benefício, que já existe há vários anos na maioria das cidades do estado de São Paulo.
E, mesmo com o novo valor das tarifas na Grande São Paulo, o Bilhete Único continua valendo. Atualmente, a Região Metropolitana conta com mais de 20 milhões de habitantes, onde muitos dependem do transporte coletivo para se locomoveram ao trabalho e à escola durante o dia a dia.
Metrô também passa por reajusta
Além dos ônibus, o sistema metroferroviário da Grande São Paulo também terá tarifa mais cara a partir de 2026. Esse sistema inclui metrô e os trens da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) e Viamobilidade.
De acordo com o governo, o valor irá subir de R$ 5,20 para R$ 5,40, ou seja, 20 centavos de aumento, também no dia 6 de janeiro. Isso significa 3,85%, abaixo da inflação de 4,5% no período de um ano. E, também, abaixo do IPC-Fipe, que é de 4,46%.
No entanto, o Governo do Estado de São Paulo informou que irá manter todas as gratuidades que hoje são vigentes. E esse aumento das tarifas acontece após análise das planilhas das despesas do sistema, o que inclui itens como folha de pagamento dos funcionários, manutenção da frota, energia, etc.









