Aos 32 anos, a policial militar Gisele Alves Santana morreu de forma brutal em São Paulo, na última quarta-feira (18), com um tiro no rosto. Ela foi achada sem vida no quarto do seu apartamento, no bairro do Brás, região central de São Paulo.
Além da morte precoce, Gisele também deixa uma filha, de apenas 7 anos, fruto de um primeiro relacionamento. Atualmente, ela era casa com o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos. Com ele, tinha um relacionamento conturbado, segundo familiares.
Inicialmente, o caso foi registrado como suicídio consumado, mas a Polícia Civil mudou o rumo da investigaçãol Assim, já analisa o caso como morte suspeita. Mas, o marido ainda não é tido como suspeito no caso.
Gisele pressentiu morrer cedo, disse amiga

Jovem, bonita e cheio de saúde, Gisele Santana ainda achava que não viveria muito. Inclusive, segundo conversa com uma amiga próxima, disse que sonhou tinha morrido, com o rosto machucado. Ou seja, exatamente como aconteceu na vida real.
“Não me vejo velhinha vivendo muitos anos. Eu digo sempre que queria ver a minha filha se formar, com quem ela vai namorar”, disse a PM em conversa com a amiga.
No entanto, ela emenda e faz uma previsão sombria. “Não sei se duro até lá. Eu acho que duro mais cinco anos, mais tarde 36 ou 37 anos”, afirmou em trecho da conversa com a amiga, em 2025.
Em outro pedaço da conversa, a policial volta a demonstrar pessimismo com a vida. “Eu tenho o pressentimento que vou morrer cedo”, disse.
Inclusive, uma tia de Gisele disse em entrevista que a sobrinha, de 7 anos, fruto de outro relacionamento, não queria ficar na casa da mãe. Justamente por conta do ambiente pesado.
Os familiares contam que o tenente-coronel era dominador, possessivo e a relação deles era conturbada. Nesta sexta de manhã, ela foi velada e enterrada em Suzano, na Região Metropolitana, sob clima de comoção e revolta.
Policial ia trabalhar no TJ-SP
E a morte precoce de Gisele também interrompeu diversos sonhos de vida, além de ver a filha formada. Por exemplo, ela havia sido promovida na PM e iria atuar no TJ-SP (Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo). No entanto, a morte brutal e precoce acabou com tudo.
Por fim, a família de Gisele cobra que câmeras de segurança do quartel onde ela trabalhava também sejam consultadas. Além disso, pede para exporem quem ligou para a polícia para falar sobre a morte dela e o sumiço de toalhas e roupas de cama do apartamento onde morava com o marido no centro de São Paulo.









