São Paulo, a ‘selva de pedra’, também se preocupa com o meio ambiente. E, em 2025, já ganhou 115 mil novas árvores plantadas. Muitas delas vindas de espécies nativas da Mata Atlântica e, também, do Cerrado.
E o caso mais recente de árvores plantadas em São Paulo aconteceu neste final de semana. No último sábado (25), dentro do programa São Paulo Mais Verde, se plantaram 1.000 mudas no Bosque Biguá.
Esse espaço é implantado atualmente embaixo da Ponte Estaiada, na região do Brooklin, zona sul da capital. De acordo com a prefeitura, a expectativa é chegar à marca de 120 mil árvores plantadas até o final do ano.
Árvores de diversas espécies plantadas

Neste final de semana, as árvores plantadas foram de diversas espécies, todas elas que costumam ser vistosas. Por exemplo, o Bosque Biguá, com 1.800 metros quadrados, ganhou plantas como ipês-branco, amarelo e roxo, goiaba-serrana, cereja-do-rio-grande, palmeira-juçara, araçá e pitanga.
Um dos benefícios desse tipo de planta é a redução da temperatura ambiente. De acordo com especialistas, na parte interna dessas áreas podem ficar até seis graus mais baixos quando comparadas a áreas que não contam com nenhum tipo de vegetação.
Para Ricardo Nunes (MDB), prefeito de São Paulo, é necessário manter o que chama de avanços ambientais. E ainda citou que essas iniciativas são importantes também para a Cop-30, que acontecerá em novembro, em Belém (PA).
“Temos o objetivo de plantar, só este ano, 120 mil árvores por conta da COP. Nesse plantio, completamos 115 mil, então faltam 5 mil para atingir a meta deste ano”
Outro ponto que o prefeito abordou é a questão da manutenção do ecossistema. E, segundo ele, isso é até mais importante que apenas reduzir a temperatura ambiente. Inclusive, o prefeito cravou que São Paulo terá 50 bosques urbanos e essas plantadas até agora irão contribuir, por exemplo, para o aumento de passarinhos, abelhas e borboletas na cidade.
Nome do bosque é homenagem a uma ave
As 1.000 árvores plantadas no bosque Biguá, neste final de semana, aconteceram em um lugar que tem esse nome por conta de uma ave. Essa é uma ave aquática entre as mais comuns na capital paulista.
Inclusive, em locais como o Parque do Ibirapuera e as represas Billings e Guarapiranga, é muito comum encontrar os animais. Em São Paulo, cada bosque presta homenagem a um tipo de ave e, mais importante que isso, garante a plantação de árvores para melhorar a qualidade do ar no meio-ambiente.









