São Paulo irá contratar, pelo menos, 5.000 professores a partir de 2026, para atuarem no programa de reforço das aulas de matemática e português. Essa iniciativa será válida para as escolas estaduais, sob responsabilidade da Secretaria de Educação de São Paulo.
Atualmente, cerca de 200 escolas paulistas já contam com essas aulas de reforço. Agora, o governo aposta na ampliação para 2.800 colégios, o que também demandará maior quantidade de professores qualificado.
Segundo a Seduc-SP, esses novos docentes irão receber valor integral da hora trabalhada. Além disso, terá que ministrar, no máximo, 26 aulas por semana na área de reforço.
Como funcionará a contratação de professores em SP

Ainda de acordo com a Seduc-SP, a contratação desses professores se dará través do chamado Banco de Talentos da Secretaria da Educação. E aqueles que tiverem formação em letramento e alfabetização terão prioridade na contratação.
Mas, se não houver o preenchimento das vagas com esses profissionais, o governo abrirá espaço para outros profissionais. No caso, com também prioridade a profissionais de matemática e português.
E, depois da fazer a devida inscrição, o candidato, antes de ser aprovado, terá que participar de entrevistas presenciais. Estas acontecerão dentro da própria unidade de ensino que tenha escolhido previamente.
De acordo com o regulamento, os interessados no cargo devem se candidatar até o dia 28 de novembro. Para isso, precisam entrar no portal do Banco de Talentos do governo estadual.
No caso dos alunos participantes do reforço, antes é feita uma avaliação diagnóstica. E aqueles em que se constatar a necessidade de uma aula de reforço, a escola já o encaminhará para a atividade extra. O principal objetivo é minimizar as defasagens dos alunos e garantir que tenham um melhor aproveitamento e conhecimento dessas disciplinas dentro das escolas estaduais em São Paulo.
Turmas são limitadas nas salas
Neste programa de reforço do governo de São Paulo, os professores têm quantidade reduzida de alunos nas salas de aula. De acordo com o regulamento, o limite é de 15 crianças, para que o docente possa dar mais atenção individualizada a cada estudante.
Um dos motivos da ampliação das aulas de reforço foram as baixas notas no Saresp (Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo) nestes últimos anos, especialmente em português e matemática. Desta maneira, com novos professores e mais aulas de reforço, o governo paulista aposta na melhoria do rendimento dos estudantes e, também, melhoria no aproveitamento no dia a dia escolar.









